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Um jeito divertido de entender a fecundação: como a vida começa | Pediatria.com.br

Antes de qualquer um de nós existir, acontece uma das viagens mais incríveis da biologia: o encontro entre um espermatozoide e o óvulo. A DW Brasil contou essa jornada com bom humor — e ela é uma bela forma de explicar às crianças de onde viemos.

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Uma maratona microscópica

Para o espermatozoide, o caminho é enorme em escala — o vídeo compara a uma distância maior que a que separa o Rio de São Paulo. E não é fácil: o ambiente é ácido e as defesas do corpo eliminam muitos deles pelo caminho. Por isso a natureza aposta no número: são milhões na disputa, e o sêmen viscoso ajuda a proteger os viajantes.

A jornada até as trompas

Enquanto isso, o óvulo desliza lentamente em direção às trompas de Falópio. Contrações do útero ajudam a impulsionar os espermatozoides, que ficam cada vez mais ativos e se orientam pela parede do útero. Dentro da trompa, pequenos pelinhos chamados cílios transportam o óvulo — e esse fluxo também ajuda os espermatozoides a avançar. Muitos ainda assim se perdem.

O óvulo deixa uma trilha

Perto da meta, o óvulo ajuda na orientação: ele libera uma substância chamada prostaglandina, criando uma trilha química que o espermatozoide segue até chegar. Mas ainda falta o último obstáculo: o óvulo é envolvido por uma membrana de glicoproteínas, e o espermatozoide precisa usar enzimas especiais para conseguir perfurá-la.

O recado: Depois de toda a maratona, um único espermatozoide consegue penetrar o óvulo e solta a cauda. No mesmo instante, o óvulo fecha a sua membrana — e todos os outros ficam de fora. É assim, com ciência e um toque de humor, que começa cada nova vida. Uma bela forma de responder à pergunta das crianças: de onde a gente veio? Compartilhe e marque aqui nos comentários quem vai gostar de ver essa informação.